Passarim, Passarinhando no Prix Jeunesse Iberoamericano 2011!


Após  o  MEC selecionar a série Ler se Aprende com Cultura para o Guia de Tecnologia Educacional 2011, é a vez do episódio Passarim, Passarinhando da mesma série, criada por Elvira Souza Lima e realizada pela Inter Alia Comunicação e Cultura, ser selecionado como finalista na categoria até 6 anos não-ficção do prêmio Prix Jeunesse Iberoamericano 2011


A série Ler se Aprende com Cultura, dirigida por Cristiano Burlan e produzida por Juliana Lima Dehne, é destinada à criança (ao educador e à família) para criar as condições necessárias na apropriação da leitura e da escrita. Ela foi elaborada pela especialista em desenvolvimento humano e neurociências, Elvira Souza Lima. O conteúdo aborda as várias dimensões da infância, entendendo a criança como ser de cultura e com direito de vivenciar as práticas próprias da espécie nos períodos iniciais de sua formação humana. Destacams-se, também, a relação com a natureza e a herança da cultura indígena. Valoriza-se a cultura da infância, com as práticas culturais que promovem, no cérebro, o desenvolvimento de componentes importantes que dão base para as aprendizagens escolares futuras. Os cenários utilizados contemplam experiências diversas encontradas no Brasil. A diversidade de nossa cultura está presente nos objetos utilizados, nas vinhetas e nas animações. Em Passarim, Passarinhando os temas são abordados a partir de manifestações culturais, artísticas e científicas. O episódio é sobre pássaros, sobre a capacidade de voar e de imaginar, sobre a ação que o ar tem sobre outros elementos, como por exemplo a bolha de sabão. As ciências e as artes são formas criativas de ação do ser humano que partem da relação do homem com a natureza. Sempre envolvem transformação e movimento. Na formação da criança é fundamental a presença destes elementos. Atividades que promovem estas dimensões do desenvolvimento infantil são incluídas neste episódio: cantar, observar a natureza, desenhar, escutar, produzir sons, reproduzir sons, ouvir história com animação e voltar à cantiga de infância brasileira “Sabiá lá na gaiola”!


O Festival 
 Organizado pela Prix Jeunesse International Foundation, o Festival Prix Jeunesse Internacional realiza-se a cada dois anos em Munique, Alemanha, desde 1964. Para concorrer em suas categorias (há cinco subdivisões habituais), canais de televisão e produtores independentes de todos os continentes enviam suas produções. Em 2001, alguns profissionais de mídia iberoamericanos, preocupados com a tímida participação de seus países no Festival, decidiram criar uma versão própria, o também bi-anual Prix Jeunesse Iberoamericano com apoio do Prix Jeunesse Foundation, mais próxima à sua realidade. O  Festival Prix Jeunesse Iberoamericano traz à cena as produções audiovisuais, digitais e interativas de qualidade produzidas na América Latina e Ibero América que contenham elementos que estimulem o público infanto-juvenil a sentir-se cultural e pessoalmente mais identificado com o que vê e ouve, além de aumentar a compreensão e o apreço infanto-juvenil pelos temas culturais. O festival acontecerá dias 14, 15 e 16 de Junho no Sesc Consolação- São Paulo, uma realização da Midiativa. Para maiores informações: www.comkids.com.br


A coleção de DVDs "Ler Se Aprende com Cultura" foi pré-selecionada pelo MEC para ser incluída no Guia de Tecnologias Educacionais 2011.


A série LER SE APRENDE COM CULTURA de Elvira Souza Lima, se destina a apoiar os adultos que, de uma forma ou outra, se ocupam da formação da infância. Ela apresenta atividades envolvendo a cultura. O conjunto destas atividades mobilizam as várias áreas do cérebro envolvidas no ato de ler. Os dvds são organizados em torno de cantar, ouvir histórias, parlendas e quadrinhas que são algumas das atividades culturais da infância ligadas à formação da criança leitora. 


Estamos muito felizes com a inclusão deste material que tem obtido grande êxito na Educação Infantil. Este material foi criado a partir de um esforço coletivo de uma equipe que acredita e valoriza a Educação como prioridade no desenvolvimento e progresso de uma nação. 

Adquira desde já a sua coleção por meio de email, telefone ou fax!

 Não deixe de incluir este material de qualidade em suas escolas, 
no seu cotidiano e de suas crianças!

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Para saber mais sobre o Guia clique em Portal do MEC 


Uma realização de Inter Alia Produções
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Neurociência e Aprendizagem

 Elvira Souza Lima
Neurociência e Aprendizagem


A pedagogia é uma ciência de grande complexidade, pois trata do ensino para a formação das novas gerações. Ela utiliza, para tanto, outras áreas do conhecimento que estudam o ser humano.


Para o século XXI, se anuncia uma contribuição importante para a educação formal vinda da neurociência, área de conhecimento, que se estabeleceu na segunda metade do século XX e que, pelo impressionante número de pesquisas e estudos, ampliou significativamente nosso conhecimento sobre como nós, os
seres humanos, nos desenvolvemos e aprendemos. 

Acredito que o aporte da neurociência pode contribuir muito para a prática do educador e para ampliar seu conhecimento pedagógico. A neurociência valoriza a pessoa do adulto educador ao mesmo tempo que o alerta para a complexidade da ação humana de ensinar, por um lado, e de aprender, por outro. Este texto é uma introdução ao campo da neurociência relacionada à escola. O objetivo é informar e levantar questões de estudo.

Elvira Souza Lima



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Atividades de Estudo


 Elvira Souza Lima
Atividades de Estudo
 

Apropriar-se do conhecimento é uma atividade complexa que exige do ser humano procedimentos diferenciados conforme a natureza do conhecimento. Mais elaborado que os outros tipos de conhecimento no nível das relações e mais abrangente no nível dos conceitos constituídos, o conhecimento formal requer que o ser humano realize atividades específicas. Ensinar tais atividades é uma das funções da instituição escolar.

O papel da escola é ampliar a experiência humana, garantindo a formação de pessoas com instrumental mais sofisticado para planejar e organizar ações na vida cotidiana, de trabalho e de criação. Para tanto, deve garantir aos alunos a apropriação de formas de ação específicas que conduzem ao conhecimento formal, de modo que eles possam utilizá-las além de sua permanência na instituição. Chamamos essas atividades de atividades de estudo.



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Memória e Imaginação

Elvira Souza Lima
Memória e Imaginação

Memória e imaginação são continuamente utilizadas na vida cotidiana, principalmente, para o planejamento de ações diárias e para a solução de problemas. Ambas participam dos processos de tomada de decisão. A imaginação cria condições de aprendizagem, enquanto a memória possibilita a aprendizagem. 
As práticas culturais da infância têm a função de formar estruturas na memória da criança, bem como, através do exercício da função simbólica, acumular acervos de memória necessários para a formação da pessoa, sua identidade e sua inserção no meio social. Paralelamente, as vivências culturais constituem possibilidades de exercício da imaginação e, muitas vezes, de realização de ações criativas. Inserem-se aí as festas, os rituais, as celebrações, os festivais.

A relação entre imaginação e memória tem sentido duplo: a base para o funcionamento da imaginação são os elementos que estão contidos na memória e o próprio funcionamento da imaginação desenvolve a memória. Através do processo imaginativo, vários elementos da memória são evocados e novas mediações semióticas são realizadas.

Elvira Souza Lima


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Desenvolvimento Cultural do Professor


Elvira Souza Lima
Desenvolvimento Cultural do Professor


Considero a pedagogia como uma ciência própria, que tem um componente muito forte: a formação das novas gerações. Educadores formam pessoas. Eles têm a profissão de ensinar,  e, paralelamente a ela, eles têm a responsabilidade de formar as novas gerações da espécie humana. Daí, a especificidade dessa profissão. A pedagogia, ciência acumulada ao longo de milênios, é uma área que envolve conhecimentos das ciências biológicas e das ciências humanas. O desenvolvimento humano se dá por uma interação entre a biologia da espécie e a cultura: ele é histórico e, portanto, a ação dos educadores é sempre situada no tempo e no espaço.

Os textos aqui incluídos apresentam recortes diversos da pedagogia sob essa perspectiva do entrelaçamento da cultura e da evolução da espécie. Com eles, procurei recuperar um pouco a dimensão do desenvolvimento humano na prática educativa.

Elvira Souza Lima

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Dimensões da Linguagem

  
Elvira Souza Lima
Dimensões da Linguagem

A apropriação do sistema simbólico, culturalmente construído, obedece a certas regras próprias do sistema. Para que aconteça a apropriação da linguagem escrita, o ensino precisa ser adequado ao processo de desenvolvimento do ser humano. Assim, há especificidades no ensino da leitura e da escrita nos vários períodos da infância e da adolescência. Existem aspectos comuns aos períodos do desenvolvimento, mas existem também diferenças sensíveis entre um e outro. Esse é um grande desafio para o planejamento pedagógico: como ensinar a ler e a escrever em idades diferentes? Como ensinar mais? Como atender à diversidade cultural da população de alunos? Como planejar para alunos que apresentam defasagem idade-série? Como ensinar para que todos aprendam a ler e a escrever?

As respostas não são simples e só podem ser elaboradas considerando que a escrita é um sistema lingüístico, isto é, por um lado um sistema que serve à estruturação do pensamento, ao desenvolvimento de determinadas funções mentais (raciocínio, memória, entre outros) e, por outro, um sistema para comunicação entre seres humanos.

Sendo assim, não podemos nos restringir a pensar no ensino da língua escrita isoladamente do ser que vai aprendê-la. Há  uma integração necessária entre sujeito e conhecimento, isto é, entre o sistema lingüístico, o desenvolvimento das capacidades cognitivas e expressivas e o desenvolvimento cultural, que diz respeito às relações recíprocas entre o indivíduo e a coletividade.

Elvira Souza Lima


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Currículo, Cultura e Conhecimento



Elvira Souza Lima
Currículo, Cultura e Conhecimento

A instituição escolar foi constituída na história da humanidade como o espaço de socialização do conhecimento formal históricamente constituído. O processo de educação formal possibilita  novas formas de pensamento e de comportamento: através das artes e das ciências o ser humano transforma sua vida e a de seus descendentes. A escola é, assim, um espaço de ampliação da experiência humana, devendo, para tanto, não se limitar às experiências cotidianas das crianças, mas trazer, necessariamente, conhecimentos novos, metodologias e àreas de conhecimento contemporâneas. O currículo se torna, assim, um instrumento de formação humana. 

Elvira Souza Lima


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Brincar Para Que?

 
Elvira Souza Lima
Brincar Para Que?
 
A criança brinca para conhecer-se a si própria e aos outros em suas relações recíprocas; para aprender as normas sociais de comportamento e os hábitos determinados pela cultura;  para conhecer os objetos em seu contexto, ou seja, o uso cultural dos objetos; para desenvolver a linguagem e a narrativa; para trabalhar com o imaginário; para conhecer os eventos e fenômenos que ocorrem à sua volta e as relações entre os membros de um mesmo grupo.

O brincar tem, então, dupla utilidade: funciona como situação para a compreensão e inserção da criança na cultura a que pertence e como estratégia para a formação de sua individualidade como pessoa.

Elvira Souza Lima

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A Criança Pequena e Suas Linguagens

Elvira Souza Lima 
 A Criança Pequena e Suas Linguagens

Considerando as dimensões biológica e cultural da espécie humana, vemos que as linguagens da criança seguem a natureza do desenvolvimento humano. A herança genética da espécie vai garantir o aparecimento de possibilidades concretas de comunicação que vão dos movimentos do corpo à oralidade. Já a cultura propiciará formas de utilização do movimento e da oralidade, da mesma maneira que trará, à criança, outras formas de expressão e comunicação, que são resultado da própria história da humanidade.

Os sistemas simbólicos (como a escrita), as artes e as manifestações coletivas (folclore, festas, celebrações, rituais, etc.) são alguns dos produtos da cultura humana que serão apropriados pela criança pequena.

Desta forma, as linguagens da criança pequena, em qualquer cultura, envolvem o corpo, o som, o movimento, o humor e as emoções, a vivência do tempo e do espaço. Estes são os recursos para o exercício da função simbólica.

Elvira Souza Lima

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Diversidade na sala de Aula


  
Elvira Souza Lima
Diversidade na sala de Aula
 
 
Na escola, muitos alunos que não dominam os conhecimentos escolares são, equivocadamente, classificados como deficiente mentais ou com retardo. Como diferenciar alunos que não estão aprendendo eventualmente, daqueles que apresentam dificuldades estruturais de aprendizagem? Como trabalhar em sala de aula com estas diferenças?

Neste livro Elvira
Souza Lima discute estas questões tendo em vista a elaboração de uma pedagogia da diversidade.

Ciclos de Formação: uma reorganização do tempo escolar




Elvira Souza Lima
Ciclos de Formação: uma reorganização do tempo escolar
 
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Desenvolvimento e Aprendizagem na Escola

Elvira Souza Lima
Desenvolvimento e Aprendizagem na Escola


"A ação pedagógica que não tem como base as possibilidades de aprendizagem e desenvolvimento do período de formação, nem se utiliza dos instrumentos culturais possíveis segundo o período de formação e, além disso, não se apóia nas formas de pensamento presentes do educando será sempre uma ação pedagógica com pouca probabilidade de sucesso. Os procedimentos pedagógicos terão que, necessariamente, ser distintos conforme a idade de formação e o contexto de desenvolvimento. Por outro lado, enquanto meio de desenvolvimento humano, a escola tem sua especificidade. O processo de escolarização (independentemente de ser considerado um sucesso ou um fracasso) transforma as experiências concomitantes vividas na comunidade, no local de trabalho, na família, etc."

Elvira Souza Lima


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Quando a Criança não aprende a Ler e a Escrever

 
Elvira Souza Lima
Quando a Criança não aprende a Ler e a Escrever

"Quando a criança não aprende a ler ou a escrever, ou ambos, é preciso levar em consideração a escrita como sistema que é uma manifestação da capacidade humana de simbolizar; levar em conta o educando, seu período de desenvolvimento e sua experiência cultural; o professor, a qualidade da mediação realizada por ele, sua formação profissional e seu conhecimento pedagógico; a escola, a organização do tempo e do espaço, a gestão e o contexto de desenvolvimento por ela oferecido."

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Neurociência e Leitura


Elvira Souza Lima - Neurociência e Leitura
32 páginas

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